sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O CRESCIMENTO DA CHINA

   A morte de Mao Tse-Tung em 1976 marcou simbolicamente o fim da Revolução Cultural, iniciada dez anos antes, o poder passou a ser disputado entre um grupo radical chefiado pela mulher de Mao, Jiang Qing, e um setor mais moderado, sob a liderança de Deng Xiaoping, Deng acabou vencendo a disputa e deu início, em fins da década de 1970, a importantes reformas econômicas, com o objetivo de introduzir a economia de mercado na China. Nessa época, foram criadas as Zonas Econômicas Especiais (ZEE), com as quais o governo pretendia oferecer mão-de-obra barata e disciplinada, além de isenção de impostos, a investimentos estrangeiros.
   Desde então, a produção industrial na China não parou de crescer. Segundo dados do Ralatório anual do FMI (1999), entre 1965 e 1997, a taxa média de expansão do PIB chinêes foi de 8,5% ao ano, a maior entre todos os países no mesmo período. Entre 1979 e 1997, as exportações chinesas cresceram a uma taxa de 52% ao ano, em média. As empresas estrangeiras investiram 220 bilhões de dólares em 1979 para 1,6 trilhão em 2001.

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