sexta-feira, 8 de junho de 2012

OS SINDICATOS NOS EUA

   As organizações sindicais surgiram cedo nos EUA. Desde 1886 já existia a American Federation of Labor (AFL), que foi por muito tempo a mais importante endidade sindical do país. Mais tarde, nos tempos do New Deal - década de 1930 -, formou-se o Congress of Industrial Organizations (CIO), fortalecido pelo apoio do governo de Franklin Rooselt.
  Organizados pouco depois da Segunda Guerra Mundial, os trabalhadores dos EUA promoveram uma onda de greves, reivindicando aumento salarial e melhores condições de trabalho. As paralisações atingiram diversos setores da economia, como o automobilístico, e o elétrico e o siderúrgico, e chegaram a durar meses.
   Em 1946, os EUA enfretaram a crise trabalhista mais grave de sua história, quando 2 milhões de operários entraram em greve. Em maio desse ano, os trabalhadores ferroviários suspenderam suas atividade e o país ficou á beira do caos. Foi prreciso o presidente Harry Truman recorrer ao Congresso Nacional para intervir na situação e evitar a paralisação total dos transportes ferrooviários.
   Em 1955, a AFL eo CIO se fundiram numa única e gigantesca associação sindical, a AFL-CIO, que reunia 15 milhões de membros.

EUA - PÓS-GUERRA

   Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a conjutura interna dos EUA deixava o país numa situação confortável em relação ás outras nações, o que lhe permitia exercer enorme influência sobre a política e a economia internacional. Os norte-americanos tinham 7% da populaçãao do globo e ocupavam 7% da superfície terrestre, mas detinham mais de um terço da riqueza mundial. Os EUA fabricavam 60% dos artigos industrializados consumido no mundo e suas reservas em ouro representavam quase dois terços do total mundial.
   O fim da guerra, porém, trouxe de volta o temor de uma nova crise econômica, semelhante á de 1929. O término do conflito significou a dimimuição dos efetivos militares e a inserção de milhares de jovens no mercado de trabalho. Além disso, a indústria bélica, que movimentava bilhões de dólares, em grande parte seria desmobilizada.
  Ao contrário das previsões pessimistas, o que se viu foi a espantosa expansão do poderio econômico norte-americano. Várias razões concorreram para isso. A capacidade produtiva do período de guerra praticamente se manteve, graças ao aumento da população e á crescente demanda de bens de consumo, se por um lado as indústrias  que produziam para a guerrra reduziram as atividades, por outro isso foi compensado pelo aquecimento de setores como o de fibras sintéticas e de eletrodomésticos, bem como o comércio exterior.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

CHILE - PINOCHET

   A era Allende foi seguida pela ditadura de Pinochet, que se estenderia de 1973 até 1988. Paralelamente aos desmandos e perseguições politicas que resultaram em milhares de vítimas, o novo presidente aplicou um programa de reformas econômicas, favorecendo a integração do Chile na economia mundial.
   No fim da década de 1980, Pinochet deixou o governo e se tronou senador vitalício. Em 1998, durante uma viagem a Londres, foi preso a pedido do governo espanhol, que pretendia julgá-lo por crimes cometidos contra cidadãos espanhóis durante a ditadura. Meses depois, acabou sendo solto, porque a justiça inglesa o considerou fisicamente incapaz de suportar um julgamento.
    De volta a seu país, Pinochet perdeu a imunidade política, o que viabilizou a abertura de ouitros processo contra ele.
   Em 200, assumiu a presidência do Chile Ricardo Lagos, ex-integrante do governo de Allende. Sua eleição significou o retorno dos socialistas ao governo.

CHILE - SALVADOR ALLENDE

   Em 1970, um acontecimento importante daria novo rumo á vida política chilena: a eleição do presidente Salvador Allende. candidato pela Unidade Popular (uma aliança de partidos de esquerda), Allende prometia mudanças na organização social do país. Ao assumir o poder, o presidente iniciou um programa de reformas: nacionalizou as minas de cobre e as telecomunicações, até então exploradas por empresas norte-americanas, e a reforma agrária.
   Empresários nacionais e estrangeiros, sentindo-se prejudicados, começaram a reduzir os investimentos no Chile. Em consequência, houve acentuada queda da produção, desabastecimento e aumento da inflação. Ao mesmo tempo, os EUA, adversário histórico do socialismo, passaram a apoiar financeiramente os movimentos de oposição ao governo.
   A crise abriu caminho para que as forças Armadas chilenas, sob o comando do general Augusto Pinochet e apoiadas pelos EUA, dessem um golpe de Estado no dia 11 de setembro de 1973, Aallende foi morto durante o golpe.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

NICARÁGUA

   No final dos anos 1970, com o apoio dos militares, a família Somoza governava a Nicarágua como se o país fosse uma propriedade particular. Os Somoza controlovam a região desde 1936. Mas agora os tempos eram outros, e uma verdadeira insurreição estava em curso. Pelo interior do país, havia vários grupos guerrilheiros organizados na Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN). Suas táticas de guerrra levaram a FSLN a vencer as forças do governo e depor o presidente em 1979. Em seu lugar, instituiu-se uma junta comandaada pelos sandinistas.
   As primeiras medidas tomadas pelo novo governo incluíram o confisco dos bens da familia Somoza e o controle de importantes áreas sa ecomomia pelo Estado. Em seguida, foram ampliadas as medidas de caráter socialista. Os opositores, denominados contras, com o apoio dos EUA, organizaram um grupo armado para combater o governo sandinista.
   Em meio ao conflito, a economia nicaraguense entrrou em colapso, minando o apoio popular ao regime. Em 1990, a oposição venceu a eleição presidencial. O episódio pôs fim á tentativa de estabelecer um governo socialiosta na Nicarágua.

sábado, 2 de junho de 2012

REVOLUÇÃO MEXICANA - PANCHO VILLA E ZAPATA

   Emiliano Zapata e Pancho Villa, comandava no interior do México exércitos populares, formados basicamente por camponeses. Eles tinham sob seu controle boa parte do país. Os revoltosos confiscaram as grandes propriedades e as entregaram aos camponeses.
    Sob forte pressão, Carranza, que havia assumido o poder em 1914, promulgou uma nova constituição em 1917, que legitimava as conquistas da revolução: lemitava drasticamente a influência da Igreja, nacionalizava os recursos do subsolo, instituía avançada legialação trabalhista e dava ao governo o poder de confiscar terras para redistribuir aos camponeses.
   O processo revolucionário durou mais alguns anos, embora com menor vigor. Em 1992, foi criado o Partido Revolucionário Nacional, rebatizado mais tarde de Partido Revolucionário Institucional (PRI), que passou a monopolizar a vida política mexicana.
   Em 1934, com a revoluçãoo encerrada, o general Lázaro Cárdenas assumiu a Presidência do México. Como primeiras medidas, aprofundou a reforma agrária e nacionalizou as empresas estrangeiras de petróleo. Seus sucessores deram início a uma política de conciliação com os Estados Unidos e com a elite conservadora do país.
   O poder do PRI no México durou atyé o ano 2000, quando o candidato do Partido da Ação Nacional (PAN), ganhou as eleições para presidente.

MÉXICO - ANTES DA REVOLUÇÃO

   Após a independência do México, em 1821, a história do país se caracterizou pela violência das lutas políticas. Esse período conturbado só terminou com a ascesão ao poder do general Porfirio Díaz, em 1876.
   Porfirio procurou modernizar o país, implantando estradas de ferro e redes bancárias e aumentando as exportações. Sua política, entretanto, teve alto custo social. As terras públicas, utilizadas por comunidades de camponeses, foram transferidas para particulares, o que ampliou a concentração de terras: 97% das propriedades produtivas do país ficaram nas mãos de apenas 1% da população. Além disso, cerca de 11 milhões de pessoas, numa população de 15 milhões em 1910, eram analfabetas, e pelo menos 90% viviam em estado de popreza absoluta
  Contra esse quadro alarmante, começou a ganhar força um movimento político que reunia diversas tendências, sob a liderança de Francisco Madero.
   Porfirio  Díaz foi reeleito em 1910. Em resposta, o grupo liderado por Madero colocou-se á frente de uma revolta popular, propondoo o afastamento do presidente e um programa de mudanças sociais que incluía a reforma agrária.